FabVitals Subcontratado

O trabalho que sai de portas, sempre à vista.

Um portal no telemóvel do subcontratado: confirma que o material chegou, regista o que faz cada dia e reporta problemas — e cada resposta chega à mesma encomenda no seu MES.

Hoje

Um lote sai para costura e a fábrica perde-lhe o rasto. O avanço pergunta-se ao telefone, as datas prometidas escorregam sem aviso e as quantidades que voltam só se sabem quando chega a carrinha.

Depois

Cada encomenda subcontratada mostra onde está: anunciada, recebida, em curso ou concluída, com o que foi enviado, o que voltou e o que ainda está fora. Atrasos e problemas sabem-se no dia em que acontecem, não na entrega.

O que muda

Três coisas que mudam no chão de fábrica.

Simples para qualquer oficina

O subcontratado abre um link ou lê um código QR uma vez e depois entra com o número de telemóvel e um PIN. Botões grandes, mais e menos em vez de escrever, quatro idiomas — e instala-se no telemóvel sem loja de aplicações.

Um só estado, dos dois lados

Recebida, iniciada, produzido hoje, concluída: o que o subcontratado regista atualiza a encomenda no MES, e o quadro da fábrica mostra as quantidades enviadas, devolvidas e em falta por fornecedor.

Problemas antes de virarem atrasos

Falta de material, qualidade, avaria, ausências: o subcontratado reporta-o a partir de uma lista curta de motivos, e as peças com defeito são declaradas com a quantidade do dia, não descobertas na receção.

O produto a funcionar

A mesma encomenda, vista dos dois lados.

Ecrãs de um ambiente de demonstração com uma fábrica de calçado e duas pespontarias.

No telemóvel do subcontratado

Um painel do que está a caminho, recebido, em curso e concluído; as encomendas com a referência e a data de entrega; e o registo diário — a quantidade feita hoje, mesmo zero, e se houve peças com problema.

Painel do portal de subcontratados num telemóvel com encomendas a receber, recebidas, em curso e concluídas
O que está a caminho, recebido, em curso e concluído.
Lista de encomendas subcontratadas num telemóvel com estado e data de entrega prevista
Cada encomenda com a referência, o estado e a data de entrega.
Encomendas em produção num telemóvel, prontas para registar a produção
As encomendas em curso, a um toque do registo diário.
Registo diário de produção num telemóvel com o avanço da encomenda e botões de mais e menos
A quantidade de hoje face à encomenda, mesmo que seja zero.

Na fábrica

O quadro de subcontratação do MES acompanha cada encomenda por etapa ou por fornecedor, com a quantidade enviada, devolvida e ainda por despachar. A empresa gere os subcontratados e os convites na sua própria consola.

Quadro de subcontratação no MES com encomendas por etapa e quantidades enviadas e devolvidas
Encomendas subcontratadas por etapa, com as quantidades enviadas e devolvidas.
Consola da empresa com a lista dos subcontratados ligados ao portal
Os subcontratados da empresa, ligados aos fornecedores do MES.

Ecrãs de um ambiente de demonstração, com empresas, pessoas e encomendas fictícias.

Como funciona

Primeiro percebemos a sua fábrica. Depois adaptamos a solução.

O software é a prova, não o ponto de partida. Todos os projetos seguem os mesmos três passos, e o primeiro acontece onde o trabalho acontece.

Levantamento de requisitos no chão de fábrica

Passamos tempo junto às linhas e aos postos: como chegam as ordens, o que se regista hoje e onde, onde a informação se perde. Recebe um resumo escrito do que encontrámos, decida o que decidir a seguir.

Adaptação ao seu processo

Configuramos a solução à volta da forma como trabalha — gamas, postos, unidades, as palavras que a sua equipa já usa — e ligamo-la ao ERP que tem. O seu processo não se dobra para caber no software.

Arranque, uma área de cada vez

Arrancamos numa linha ou numa área, formamos quem o vai usar todos os dias e ficamos por perto nas primeiras semanas, quando os dados mostram hábitos de registo antes de mostrarem produção.

Serve a sua indústria

Assente na ISA-95, por isso encaixa na forma como a sua fábrica já trabalha.

A ISA-95 é a norma internacional para as operações de fabrico. O modelo por baixo é o mesmo para qualquer fábrica que transforma materiais em produtos — os exemplos abaixo ilustram, não limitam.

Têxtil e vestuário

Costura, bordado ou estampagem enviados por lote, com as peças que voltam contadas face ao que saiu, por tamanho e cor.

Calçado

Gáspeas enviadas às pespontarias, pares acompanhados dia a dia e a data de entrega de cada oficina conhecida antes de a montagem precisar dela.

Metal, plástico e outras indústrias transformadoras

Tratamento térmico, revestimento ou maquinação feitos fora, com as peças enviadas e devolvidas por lote e os atrasos conhecidos antes de pararem a operação seguinte.

O mesmo vale para a transformação em geral: onde houver ordens, gamas, centros de trabalho e materiais, o modelo encaixa.

Comece pelo seu processo, não pelo software.

A primeira conversa é sobre como a sua fábrica funciona hoje, não uma demonstração de produto. Depois dizemos-lhe com franqueza se este módulo, outro caminho ou nada de todo é a resposta certa.