Serviço

Antes de digitalizar um processo, compreenda-o.

Seguimos o percurso real da informação, dos materiais e das decisões dentro da sua fábrica — desde o momento em que uma encomenda entra até ao momento em que é expedida — e mostramos-lhe onde o fluxo quebra.

Porque é que isto vem primeiro

O processo documentado e o processo real nunca são o mesmo.

Não é uma crítica. É o que acontece quando uma fábrica continua a produzir enquanto as condições mudam — as pessoas encontram contornos, e os contornos passam a ser o processo.

O risco é digitalizar o processo documentado e automatizar algo que ninguém faz. O sistema entra em produção, os contornos continuam ao lado dele, e passam a existir duas versões da verdade em vez de uma.

Por isso mapeamos o que acontece, não o que devia acontecer. Isso inclui a folha de cálculo que alguém mantém por iniciativa própria, o quadro branco por onde o planeamento se rege de facto e o telefonema que desbloqueia uma linha quando o sistema diz que ela devia estar parada. Não são falhas a eliminar — são informação sobre o que falta ao sistema oficial.

O que seguimos

Três fluxos, seguidos de ponta a ponta.

Informação

Onde é criado cada dado, quem o regista, em que sistema ou em que papel, quem precisa dele a jusante e quanto tempo demora a lá chegar.

Materiais

Movimentação física, armazenamento intermédio, trabalho em curso e os pontos onde a quantidade no sistema deixa de corresponder à quantidade na fábrica.

Decisões

Quem decide o quê, com base em que informação, e com que frequência essa decisão tem de ser tomada sem a informação que a tornaria uma boa decisão.

Seguido ao longo de toda a cadeia:

  • Receção de encomendas
  • Planeamento e programação
  • Lançamento de ordens de fabrico
  • Requisição de materiais
  • Execução da produção
  • Registo de dados na fábrica
  • Controlo de qualidade
  • Paragens e interrupções
  • Retrabalho e refugo
  • Logística interna
  • Operações subcontratadas
  • Aprovações e validações
  • Reconciliação de existências
  • Expedição

Como decorre

No terreno, com quem faz o trabalho.

Acordo de âmbito

Acordamos que famílias de produto ou que linhas mapear. Mapear tudo ao mesmo tempo produz um diagrama que ninguém lê.

Percorrer o fluxo

Seguimos ordens de fabrico reais pela fábrica, ao ritmo a que elas se movem de facto.

Sentar com cada função

Planeadores, chefes de linha, operadores, qualidade, armazém. Cada um guarda uma parte do processo que não está escrita em lado nenhum.

Recolher os artefactos

As folhas de cálculo, os impressos, as listagens, os ecrãs. Aquilo que as pessoas usam de facto é a melhor documentação que existe.

Desenhar e validar

Construímos o mapa e levamo-lo de volta à fábrica. Se quem faz o trabalho não o reconhece, está errado.

Diagnosticar

Assinalamos os estrangulamentos, o esforço duplicado, os pontos cegos e os pontos sem rastreabilidade.

O que recebe

Um mapa que continua útil depois de sairmos.

Mapa do estado atual

O fluxo real da informação, dos materiais e das decisões, numa forma que a sua equipa consegue ler e corrigir.

Registo de constatações

Cada problema com o sítio onde ocorre, o que lhe custa em tempo, retrabalho ou incerteza, e o grau de confiança que temos na estimativa.

Ganhos rápidos

Mudanças que não exigem software nem aprovação de orçamento. Há quase sempre várias.

Candidatos a digitalização

Onde um sistema ajudaria de facto — e, tão importante quanto isso, onde só acrescentaria trabalho de introdução de dados.

Pontos de integração

As passagens concretas em que ligar dois sistemas existentes elimina trabalho manual.

Proposta de estado futuro

O aspeto que o fluxo poderia ter, com as mudanças faseadas de modo a que cada uma se sustente por si.

O que encontramos normalmente

O mesmo punhado de padrões, na maioria das fábricas.

O mesmo número é introduzido à mão em dois sistemas e, ao fim da semana, os dois já não coincidem.

O estado da produção só é conhecido com rigor ao fim do turno, por isso as decisões durante o turno são tomadas por estimativa.

Uma paragem é registada como uma duração total, sem causa, o que a torna impossível de atacar.

O planeamento é refeito informalmente porque o plano oficial deixou de corresponder à realidade a meio da manhã.

Uma etapa crítica depende de uma pessoa que sabe as excepções de cor.

A rastreabilidade existe em papel e demoraria dias a reconstituir se um cliente alguma vez a pedisse.

Nenhuma destas situações precisa de inteligência artificial para ser resolvida. A maioria precisa de um processo mais claro e de menos software do que se imagina.

Mostre-nos como o trabalho acontece na realidade.

Um trabalho de mapeamento dá-lhe uma imagem partilhada e rigorosa da sua própria operação — que é aquilo de que depende qualquer melhoria posterior.

Mostre-nos como funciona a sua fábrica.

Deixe-nos olhar para os seus processos, identificar onde se está a perder valor e determinar onde a tecnologia pode realmente ajudar.