FabVitals Warehouse

Saiba o que está em cada carro junto à linha, e o que se está a fazer com ele.

O material é pedido para cada passo de uma ordem, levado para o carro ou contentor onde vai ser usado e consumido a partir dele — assim o stock junto à linha e o trabalho em curso estão no sistema, e não só na fábrica.

Hoje

O sistema mostra stock no armazém, mas metade já está nos carros ao lado das máquinas. Ninguém sabe que lote foi para que posto, as faltas aparecem quando a linha para e a contagem do fim do mês nunca bate certo.

Depois

Cada carro e contentor é uma localização com o seu stock por lote, cada entrega à linha responde a uma requisição e o quadro mostra que ordem está a ser trabalhada onde, por quem e quanto já avançou.

O que muda

Três coisas que mudam no chão de fábrica.

Stock até ao carro

O armazém, o supermercado da linha e cada carro ou contentor ao lado das máquinas são localizações numa só árvore, com capacidade, stock atual e cada lote que lá está.

Entregas que respondem a uma necessidade

O passo da ordem pede o seu material e o sítio onde vai ser usado; o armazém satisfaz o pedido de uma só vez, primeiro a expirar primeiro a sair, preferindo lotes que já estão na linha para manter a rastreabilidade limpa.

Trabalho em curso à vista

Um quadro por centro de trabalho e uma tabela por posto mostram cada ordem em curso, a quantidade feita, o operador e a última atividade — atualizados a partir do que é registado no posto.

O produto a funcionar

Do armazém ao posto.

Ecrãs reais do FabVitals, com dados de demonstração de fábricas têxteis, de calçado e da indústria do metal.

Material junto à linha

Stock por localização e lote, até ao carro da mesa de corte e ao contentor da linha de costura. Requisições pendentes com o total ainda por entregar de cada material, e as necessidades das ordens em cada centro de trabalho, com o que ainda não foi pedido.

Stock do supermercado de uma linha por carro e contentor, com lote e fornecedor
O supermercado da linha: o que está em cada carro e contentor, por lote.
Requisições de material pendentes com totais por material
Requisições pendentes, para satisfazer ou cancelar, com totais por material.
Necessidades de material das ordens num centro de trabalho, com a quantidade em falta
O que as ordens de um centro de trabalho precisam, e o que ainda falta.

O que se está a fazer, e onde

A produção em curso por centro de trabalho, com o avanço de cada ordem e quem está a trabalhar nela, a mesma vista em tabela para o chefe de linha, e cada consumo na linha registado com o seu lote — estornável quando se encontra um erro.

Quadro de produção em curso por centro de trabalho
Ordens em curso em cada centro de trabalho, com a quantidade feita e o operador.
Tabela da produção em curso por posto e operador
O mesmo por posto: operação, operador, boas e não conformes, última atividade.
Histórico de movimentos de materiais com lote, origem e motivo
Cada consumo na linha, com lote e localização.

Ecrãs de um ambiente de demonstração, com empresas, pessoas e encomendas fictícias.

Como funciona

Primeiro percebemos a sua fábrica. Depois adaptamos a solução.

O software é a prova, não o ponto de partida. Todos os projetos seguem os mesmos três passos, e o primeiro acontece onde o trabalho acontece.

Levantamento de requisitos no chão de fábrica

Passamos tempo junto às linhas e aos postos: como chegam as ordens, o que se regista hoje e onde, onde a informação se perde. Recebe um resumo escrito do que encontrámos, decida o que decidir a seguir.

Adaptação ao seu processo

Configuramos a solução à volta da forma como trabalha — gamas, postos, unidades, as palavras que a sua equipa já usa — e ligamo-la ao ERP que tem. O seu processo não se dobra para caber no software.

Arranque, uma área de cada vez

Arrancamos numa linha ou numa área, formamos quem o vai usar todos os dias e ficamos por perto nas primeiras semanas, quando os dados mostram hábitos de registo antes de mostrarem produção.

Serve a sua indústria

Assente na ISA-95, por isso encaixa na forma como a sua fábrica já trabalha.

A ISA-95 é a norma internacional para as operações de fabrico. O modelo por baixo é o mesmo para qualquer fábrica que transforma materiais em produtos — os exemplos abaixo ilustram, não limitam.

Têxtil e vestuário

Rolos de malha no carro da mesa de corte, botões, etiquetas e linha nos contentores da linha de costura, sacos na embalagem — cada um por lote.

Calçado

Peles e forros no corte, solas e palmilhas aos pares na montagem, atacadores e caixas no acabamento, entregues ao posto que os pediu.

Metal, plástico e outras indústrias transformadoras

Barra e chapa no CNC e no laser, fio de soldadura e fixações na célula de soldadura, com o lote de aço seguido até cada peça.

O mesmo vale para a transformação em geral: onde houver ordens, gamas, centros de trabalho e materiais, o modelo encaixa.

Comece pelo seu processo, não pelo software.

A primeira conversa é sobre como a sua fábrica funciona hoje, não uma demonstração de produto. Depois dizemos-lhe com franqueza se este módulo, outro caminho ou nada de todo é a resposta certa.