FabVitals EPI
O equipamento de proteção certo, verificado antes de começar o trabalho.
Cada centro de trabalho define os EPIs que exige, cada operador tem o que lhe foi entregue com a respetiva validade, e o posto verifica as duas coisas ao abrir a sessão — avisa ou impede o início, conforme decidir.
Hoje
O registo de EPIs vive num dossier ou numa folha de cálculo, as validades descobrem-se na auditoria, e ninguém na linha sabe se o operador que acabou de chegar à célula de soldadura tem uma máscara válida.
Depois
Cada operador está conforme ou não em cada centro de trabalho, com o EPI em falta e o motivo, as validades veem-se com semanas de antecedência, e cada exceção fica registada.
O que muda
Três coisas que mudam no chão de fábrica.
Regras por centro de trabalho
Cada centro de trabalho lista os EPIs que exige — protetor auricular no CNC, máscara na célula de soldadura, luvas anti-corte no corte — e a conformidade é calculada por operador e por centro de trabalho.
Verificado no posto
Quando um operador abre uma sessão, o sistema verifica os seus EPIs. Escolhe o modo: desligado, avisar e pedir confirmação, ou bloquear o início até o EPI em falta ser entregue.
Validades vistas com antecedência
Validade e próxima inspeção de cada EPI entregue, uma lista do que expira nos próximos dias, e exportações para o técnico de segurança e para a auditoria.
O produto a funcionar
A conformidade num relance.
Ecrãs reais do FabVitals, com dados de demonstração de uma fábrica da indústria do metal.
Quem está conforme, e o que expira a seguir
A situação atual de cada operador em cada centro de trabalho onde trabalha, com o EPI em falta e o motivo, e cada EPI entregue com a validade e a próxima inspeção. Filtre por centro de trabalho ou operador, veja o histórico das verificações, exporte para CSV, JSON ou PDF.



Como funciona
Primeiro percebemos a sua fábrica. Depois adaptamos a solução.
O software é a prova, não o ponto de partida. Todos os projetos seguem os mesmos três passos, e o primeiro acontece onde o trabalho acontece.
Levantamento de requisitos no chão de fábrica
Passamos tempo junto às linhas e aos postos: como chegam as ordens, o que se regista hoje e onde, onde a informação se perde. Recebe um resumo escrito do que encontrámos, decida o que decidir a seguir.
Adaptação ao seu processo
Configuramos a solução à volta da forma como trabalha — gamas, postos, unidades, as palavras que a sua equipa já usa — e ligamo-la ao ERP que tem. O seu processo não se dobra para caber no software.
Arranque, uma área de cada vez
Arrancamos numa linha ou numa área, formamos quem o vai usar todos os dias e ficamos por perto nas primeiras semanas, quando os dados mostram hábitos de registo antes de mostrarem produção.
Serve a sua indústria
Assente na ISA-95, por isso encaixa na forma como a sua fábrica já trabalha.
A ISA-95 é a norma internacional para as operações de fabrico. O modelo por baixo é o mesmo para qualquer fábrica que transforma materiais em produtos — os exemplos abaixo ilustram, não limitam.
Têxtil e vestuário
Luvas anti-corte no corte automático e proteção auditiva na sala de costura, verificadas para cada operador que muda de linha.
Calçado
Luvas e máscaras no corte, na colagem e no acabamento, onde solventes e lâminas tornam a exigência diferente em cada posto.
Metal, plástico e outras indústrias transformadoras
Proteção auditiva na maquinação CNC, máscaras de soldadura na célula robotizada, óculos e luvas no corte laser e na quinagem.
O mesmo vale para a transformação em geral: onde houver ordens, gamas, centros de trabalho e materiais, o modelo encaixa.
Comece pelo seu processo, não pelo software.
A primeira conversa é sobre como a sua fábrica funciona hoje, não uma demonstração de produto. Depois dizemos-lhe com franqueza se este módulo, outro caminho ou nada de todo é a resposta certa.
